Seis perguntas para Affonso Solano

Cecília Souto

Por: Cecília Souto

O Terra desafiou o escritor e podcaster Affonso Solano para responder seis perguntas sobre sua relação com os videogames. Afinal, como o dono do bigode mais lindo do Brasil conheceu os games? E como eles influenciam o seu trabalho?

O Rei dos Escritores aceitou o desafio do Terra de responder algumas perguntas sobre a sua relação com videogames, da infância até hoje. Confira os principais trechos da entrevista com seis perguntas para Affonso Solano. Você pode ler a íntegra clicando aqui.

“Meu pai me apresentou ao mundo dos videogames. Estava com meus 2 irmãos na sala e MEU PAI CHEGOU COM UM ATARI DEBAIXO DO BRAÇO. Montou, pegou o controule e começou a mostrar como funcionava… Ficou por horas no single player porque não conseguia parar.”

Se tivesse que escolher um videogame para levar para uma ilha deserta, a escolha de Affonso Solano seria “Shadow of The Colossus”. Em termos de narrativa e revolução tecnológica, é uma obra de arte, segundo ele. Ou “SuperMario World”.

“Os videogames certamente influenciam meu trabalho como escritor. São uma forma de contar histórias que me fascinaram. ‘Out of This World’ foi o primeiro jogo que me mostrou que era possível contar uma história assim, tive contato quando era moleque.”

A partir disso, Affonso foi estudar essa linguagem, além da própria literatura e do cinema. Representando para o produtor de conteúdo um grande aprendizado, ontem e hoje.

Se pudesse escolher um super poder dos personagens de videogame, a opção dele seria PAUSAR O TEMPO, uma coisa meio “Prince of Persia” e “Brady”. Considera que, assim, conseguiria cumprir os prazos com mais facilidade, aprimorar seus trabalhos e fazer ajustes finos nas suas obras sem preocupação com o tempo passando.

Quando perguntado sobre “O QUÃO PRO PLAYER VOCÊ É?”, respondeu:

“Nunca joguei profissionalmente, mas a nível de comprometimento, eu me daria nota 8 pra 9. Jogo videogame desde criança, é algo que faz parte da minha vida. No mesmo contexto de assistir filmes, ler livros, ler quadrinhos, é essencial para que eu aprenda e conheça mais do mundo e das pessoas. É uma constante.”

O questionamento seguinte foi sobre o tipo de jogador que Affonso considera ser. “Não gosto de jogar 50 horas seguidas, não viro a noite jogando. Busco um aproveitamento saudável daquela obra que eu to consumindo. Eu jogo no máximo umas 3 horas seguidas, se estiver empolgado. Preciso digerir aquela experiência que eu tive. Gosto de uma abordagem meio ‘Batman’, observar a situação e quantos inimigos têm, em vez de chutar a porta.”

E continua: “Sou mais cadenciado e mais estratégico, mas sempre com um plano B ou C, se necessário até improvisar. Essa mistureba é o meu estilo de jogador.”

Affonso Solano participa do Extra Life no dia 10/10 – um gameshow que colocará creators em uma disputa animal contra speedrunners profissionais, na qual o público terá o poder de tirar o controle das mãos dos pró-players para ajudar seus ídolos. Saiba mais aqui!

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